Especial

Juntos contra o Coronavírus

Situações de tensão e incerteza, como a atual, podem ser fatores geradores de ansiedade, e isso é completamente normal. Existem diversas formas de lidar com isso e amenizar o estresse, e uma delas é por meio da alimentação. A nutricionista Gisele Carvalho fez uma seleção de alimentos que, na medida certa, podem te ajudar a relaxar com mais facilidade e trazer mais conforto quando estiver ansioso.

Finalmente a vacina chegou e com ela sabemos que algumas dúvidas começam a surgir. Por isso, decidimos separar algumas perguntas importantes e respondê-las de maneira que todos os questionamentos sejam devidamente esclarecidos e que durante esse período de vacinação todos se sintam protegidos.

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Juntos contra o Coronavírus

Situações de tensão e incerteza, como a atual, podem ser fatores geradores de ansiedade, e isso é completamente normal. Existem diversas formas de lidar com isso e amenizar o estresse, e uma delas é por meio da alimentação. A nutricionista Gisele Carvalho fez uma seleção de alimentos que, na medida certa, podem te ajudar a relaxar com mais facilidade e trazer mais conforto quando estiver ansioso.

Finalmente a vacina chegou e com ela sabemos que algumas dúvidas começam a surgir. Por isso, decidimos separar algumas perguntas importantes e respondê-las de maneira que todos os questionamentos sejam devidamente esclarecidos e que durante esse período de vacinação todos se sintam protegidos.

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Dúvidas Frequentes

Perguntas e Respostas

Informações Gerais

Os coronavírus são uma família de vírus que podem causar doenças em animais e humanos. Em humanos, os coronavírus provocam infecções respiratórias, que variam do resfriado comum a doenças mais severas, como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). O coronavírus recentemente descoberto causa a doença Covid-19.

É a doença infecciosa causada pelo último coronavírus, descoberto em dezembro de 2019. Este novo vírus, chamado SARS-Cov-2, era desconhecido antes do início do surto em Wuhan, na China.

Os sintomas mais comuns são febre alta (acima de 37,8º), cansaço e tosse seca. Alguns pacientes também podem ter dores musculares, congestão nasal, coriza, dor de garganta ou diarreia, e perda de olfato e paladar. Esses sintomas, geralmente, são leves e começam gradualmente.

Algumas pessoas são infectadas, mas não apresentam sintomas e não se sentem mal. A maioria (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento especial.

Pessoas com febre, tosse e dificuldade em respirar devem procurar atendimento médico.

O coronavírus pode ser transmitido de pessoa para pessoa por meio de tosse, espirros e até mesmo a fala. Pequenas gotículas portando o vírus são emitidas pelo nariz e boca e recaem sobre objetos e superfícies ao redor, e outras pessoas se infectam ao tocá-los e depois levar as mãos aos olhos, nariz ou boca.

Também pode haver contaminação se as pessoas respirarem essas gotículas, por aperto de mãos (e levar as mãos ao rosto antes de higienizá-las) e contatos mais próximos, como beijos e abraços. Por isso, é importante manter uma distância de segurança de pelo menos 2 metros entre você e qualquer outra pessoa.

O tempo entre a contaminação pelo vírus e o início dos sintomas da doença geralmente é de 5 dias, podendo variar de 1 a 14 dias.

De acordo com um estudo do The New England Journal of Medicine, o novo coronavírus pode sobreviver até 72h em algumas superfícies sem a devida higienização. Isso pode variar sob diferentes condições, como o tipo de superfície, temperatura ou umidade do ambiente. As superfícies testadas obtiveram os seguintes resultados:

  • Aço inoxidável: 72 horas
  • Plástico: 72 horas
  • Papelão: 24 horas
  • Cobre: 4 horas
  • Aerossolizada/Poeiras: 40 minutos a 2 horas e 30 minutos

Limpe regularmente os locais de maior contato físico com um desinfetante simples para evitar contaminações. Após, higienize as mãos com água e sabão ou álcool gel a 70% e evite tocar nos olhos, boca ou nariz.

Evite compartilhar notícias falsas, as chamadas Fake News. Verifique se as informações recebidas são de fontes oficiais. Mantenha-se informado sobre as últimas orientações e siga as recomendações do seu médico e da sua autoridade nacional e local de saúde pública sobre como proteger a si e aos outros da Covid-19. As autoridades nacionais e locais sempre terão as informações mais atualizadas sobre a Covid-19.

Não. Visitas são proibidas tanto no isolamento domiciliar como no hospital.

A presença do acompanhante, sendo necessária, será permitida a partir de critérios pré-definidos pelo hospital ou médico responsável pelo paciente, nos casos de tratamento domiciliar.

Não, até o momento não há nenhum caso de contaminação de animais de estimação, como cães e gatos, e nem mesmo provas de que os mesmos possam ser contaminados e transmitir o novo vírus para humanos.

Proteção/Prevenção

  • Higienize as mãos e punhos regularmente com água e sabão por pelo menos 40 segundos. Caso não seja possível, utilize o álcool gel a 70%.
  • Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, de preferência com lenço descartável. Jogue-o fora imediatamente após o uso e higienize as mãos. Na falta do lenço, use a parte interna do cotovelo para abafar a tosse ou o espirro, nunca com as mãos.
  • Evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evite contato próximo com qualquer pessoa que esteja tossindo ou espirrando, mantendo uma distância de segurança de, pelo menos, 2 metros.
  • Evite aglomerações ou ambientes fechados.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal, tais como talheres, copos, garrafas e toalhas.
  • Fique em casa se não se sentir bem. Se você tiver febre elevada ou dificuldade em respirar, procure atendimento médico.
  • Limpe apropriadamente as superfícies e objetos tocados com frequência, como maçanetas, bancadas e celulares.
  • Mantenha os ambientes bem arejados.
  • Mantenha o isolamento social, evitando sair de casa o máximo que puder. O isolamento é uma medida de extrema importância neste momento porque diminui as chances de contaminação e a propagação do vírus. Dê preferência a serviços por delivery, e caso seja realmente necessário, procure sair em horários alternativos, em que haja menor fluxo de pessoas.
  • Caso necessite sair de seu domicílio utilize máscaras apropriadas e sempre cobrindo a totalidade do nariz e da boca.

Pacientes assintomáticos não devem procurar os serviços de pronto atendimento. O ambiente de pronto atendimento, neste momento, apresenta demanda aumentada e os recursos estão sendo dirigidos para os pacientes que efetivamente necessitam de cuidados terapêuticos em ambiente hospitalar.

O exame, neste momento, só é indicado para pacientes que apresentem sintomas graves de doença respiratória e só pode ser feito com pedido médico, tanto na rede pública como na privada. Pacientes sem sintomas ou com sintomas leves, de acordo com recomendações do Ministério da Saúde, não devem fazer o exame.

Não, antibióticos não funcionam contra vírus, funcionam apenas em infecções bacterianas. A Covid-19 é causado por um vírus, portanto os antibióticos não funcionam. Lembrando que a automedicação não é indicada em nenhuma hipótese.

Até o momento, ainda não existe vacina nem medicamento específico para prevenir ou tratar a Covid-19.

Pessoas a partir dos 60 anos ou com doenças crônicas, como por exemplo diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e asma, foram as que mais desenvolveram doenças graves até o momento, mas isso não eliminam os riscos para o restante da população.

Não. A vacina da gripe protege contra o vírus influenza, que é outro tipo de vírus. A vacinação, porém, é recomendada para que haja proteção por reação cruzada e facilite no diagnóstico correto da Covid-19.

De maneira geral, não há diferença nos sintomas. Ambos incluem febre, cansaço e tosse seca. Deve-se ficar atento para a gravidade destes sintomas, e caso haja a necessidade, procurar atendimento médico.

Antes de colocar a máscara, é essencial higienizar as mãos com água e sabão por 40 segundos ou com álcool gel 70%. Feito isto, coloque a máscara sobre o nariz e a boca e verifique se a máscara ficou ajustada com o rosto.

Durante o uso, evite tocar a máscara. Caso aconteça, você deve higienizar as mãos novamente. Quando for retirar a máscara, remova-a sem tocar na parte da frente, e segure sempre pelos elásticos ou amarrações.

Se a mácara for descartável, jogue fora imediatamente em uma lixeira fechada e higienize novamente as mãos. O lixo deve ser embalado com dois sacos e separado do restante do lixo da casa.

As máscaras devem ser trocadas sempre que ficarem úmidas.

Caso a máscara seja de pano, deixe de molho por 30 minutos em um balde de água com água sanitária, em uma proporção de 1 parte de água sanitária para 50 de água. Em seguida, lave com água e sabão. Após secar, passe com ferro e guarde dentro de uma embalagem vedada.

Não use a máscara se ver que ela está úmida ou suja. Se identificar que o tecido da máscara está desgastado, descarte.

Utilize produtos de limpeza à base de cloro ou álcool, como água sanitária, desinfetantes em geral, limpadores multiuso, álcool de limpeza (líquido), detergente e sabão.

Os vírus respiratórios se espalham principalmente pelo contato, por isso é necessária a higienização frequente de objetos e superfícies tocados com frequência, como brinquedos, maçanetas, corrimão, descargas, torneiras e utensílios domésticos comuns. Neste momento, a orientação é não dividir pratos, talheres e principalmente copos.

Os celulares e outros aparelhos eletrônicos também precisam ser higienizados com frequência. Não é indicada a utilização de desinfetantes e álcool comuns e similares, pois podem danificar os equipamentos. Procure saber em seu manual de usuário ou juntamente ao seu fabricante qual o método e produto adequado.

Tenha sempre com você um frasco de álcool em gel 70% para limpar as mãos. Evite tocar o rosto, use máscara e tente manter a distância de 2 metros de outras pessoas, ou a maior distância que puder.

O ideal é entrar sozinho no elevador ou então somente com membros da família. Procure não tocar as paredes do elevador e use um lenço de papel para tocar nos botões. Caso não seja possível, higienize as mãos com álcool gel assim que sair do elevador, e não leve as mãos ao rosto antes disso.

Somente observar o surgimento de algum sintoma dentro dos próximos 14 dias, como febre, tosse seca, dores no corpo, coriza e outros sintomas gripais, bem como falta de ar.

Não. Mesmo mantendo uma distância de 2 metros entre as pessoas, secreções como suor, tosse e saliva podem recair sobre os equipamentos, possibilitando a contaminação com o vírus. Para as piscinas, vale a mesma regra.

Devido à indicação do Ministério da Saúde de isolamento domiciliar, não é recomendado que sejam feitas atividades ao ar livre, a menos que você as faça na área externa de sua casa, como no seu quintal, por exemplo se você tiver. Porém, ainda não há contra indicação formal para exercícios ao ar livre, então caso decida fazê-lo, mantenha a distância mínima de 2m de outras pessoas, evite aglomerações e use máscara sempre que estiver fora de casa.

Mães, pais e responsáveis

Ainda não há relatos de transmissão do coronavírus através do leite materno e nem de contaminação de bebês por amamentação.

Porém, a transmissão ocorre em pacientes com sintomas por meio de secreções das vias áreas, então o uso de máscara cirúrgica e a higiene das mãos para contato com o bebê são medidas importantes para diminuir as chances de contágio.

Ainda não é possível afirmar sobre o potencial de transmissão do coronavírus durante a gestação e no momento do parto. São poucos os relatos científicos que existem sobre o vírus que causa a Covid-19, mas não há registro até o momento de recém-nascidos de mães doentes que apresentaram o vírus, e este também não foi encontrado no líquido amniótico ou no leite materno.

Sim. Não existem dados suficientes para concluir que a infecção pelo novo coronavírus apresente maior gravidade para as gestantes, porém é de conhecimento que as infecções respiratórias geralmente têm maior gravidade quando afetam mulheres na gestação devido as deficiências imunológicas causadas pela gravidez.

Não. Não é seguro expor crianças a ambientes de aglomeração de pessoas neste momento. É preferível manter a criança em isolamento domiciliar, bem como o restante do grupo familiar, para evitar contaminação pelo novo coronavírus e a disseminação do mesmo.

Os cuidados com a prevenção para as crianças é o mesmo recomendado para os adultos. Evite sair com seu filho de casa neste momento de isolamento domiciliar. Se seu filho já tiver idade para realizar os cuidados necessários, ensine sobre a sobre a importância de ações como a higienização correta das mãos, para não levar a mão aos olhos, boca e nariz, e para cobrir com a parte interna do cotovelo ao tossir ou espirrar.

Viagens

Viagens não são recomendas neste momento, independente de qual seja o destino. Se for possível, adie ou até mesmo cancele a viagem, pois evitar aglomerações de pessoas, como em aeroportos e aviões, é essencial.

Caso a viagem seja extremamente necessária, evite escalas em países de maior risco de contaminação (países de nível 3) e, não sendo possível, não saia do aeroporto e mantenha os cuidados recomendados de prevenção, atentando-se sempre à higienização constante das mãos.

Devido a circulação do ar e a forma como ele é filtrado nos aviões, a maioria dos vírus e outros microrganismos não se espalham facilmente, então o risco é baixo. Mesmo assim, os passageiros devem tentar evitar contato com outros que estejam doentes e higienizar as mãos com sabonete e água por pelo menos 40 segundos, ou com álcool gel 70% por pelo menos 20 segundos.

Idosos

Os idosos em geral são grupos de risco para qualquer doença infecciosa, devido ao envelhecimento do sistema imunológico. No caso da Covid-19, foi identificado que pacientes diabéticos e hipertensos, doenças comuns em pessoas acima de 60 anos, têm uma maior chance de evoluir com doença mais grave, mas o motivo ainda é investigado.

Sim, é recomendável que o contato com o idoso diminua para a segurança do mesmo, especialmente se você não consegue cumprir com o isolamento.

Mantê-los longe do contato com crianças e adolescentes, pois há chance maior de estes serem pacientes sem sintomas, e evitar que saiam e frequentem locais com muitas pessoas, como reuniões de idosos, shopping centers, supermercados e outros locais com aglomeração de pessoas.

Sim. Idosos são grupo de risco também para infecção por influenza, então devem ser protegidos por meio da vacina.

Caso seja possível, mantenha distância por mais 2 semanas, pois a capacidade infectante do vírus ainda não foi confirmada então não há como saber se somente 14 dias são suficientes para que pacientes confirmados deixem de ser um risco para os idosos.

Casos suspeitos e confirmados

Não. A necessidade de internação se dá baseada nos sintomas e gravidade destes. O médico responsável pelo paciente determinará se o paciente deve permanecer em isolamento domiciliar ou se deve ser internado.

  • Se possível, permanecer em isolamento domiciliar e só sair de casa em situações de emergência;
  • Manter distância dos demais familiares, permanecendo de preferência em quarto isolado e com banheiro separado;
  • Utilizar máscara cirúrgica descartável durante este período, as quais devem ser trocadas quando estiverem úmidas;
  • Cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ou o antebraço ao tossir ou espirrar, descartando o lenço imediatamente após o uso e higienizando as mãos;
  • Higienizar as mãos frequentemente com sabão e água por pelo menos 40 segundos ou álcool gel 70% por pelo menos 20 segundos;
  • Evitar tocar boca, olhos e nariz sem higienizar as mãos;
  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoa, como o celular, por exemplo;
  • Manter o ambiente de sua casa com ventilação natural;

Respeitar as recomendações médicas recebidas.

Preferencialmente não devemos manter pessoas saudáveis no mesmo ambiente com um paciente infectado pelo novo coronavírus, em especial os idosos, visto que são o principal grupo de risco da doença. Porém, se não houver outra opção, seguir os protocolos para isolamento em quarto, separado dos demais moradores.

A limpeza com água e sabão é suficiente para eliminar o vírus da superfície dos utensílios e não é obrigatório o uso de descartáveis.

Deve-se fazer o processo de lavagem comum, na máquina de lavar ou tanque. O único cuidado especial é evitar sacudir as roupas em ambientes fechados, evitando assim a disseminação de partículas.

Sim, se possível deixe as janelas sempre abertas durante o dia e enquanto houver pessoas transitando pelos cômodos comuns. Não é necessário deixar as janelas abertas durante a noite, mas abra-as novamente assim que as pessoas acordarem. Na maioria das casas isso criará uma corrente de ar, que levará partículas maiores e menores do ambiente, como aquelas produzidas pela fala e tosse, promovendo também uma limpeza natural.

Esta ação é complementar e não dispensa a necessidade de desinfecção da casa com produtos de limpeza.

O lixo deve ser descartado como lixo comum, embalado em recipiente apropriado e fechado, e indica-se o uso de dois sacos por vez. Não é recomendável deixar os resíduos acumularem.

Mantenha o isolamento social e observe se você desenvolve sintomas gripais nos próximos 14 dias. Caso não tenham sintomas, não há necessidade de fazer exames.

Procure um serviço de saúde somente se apresentar sintomas, como febre elevada ou falta de ar.

Lembre-se: a febre pode não estar presente em jovens, idosos, imunossuprimidos, que são as pessoas com o sistema imunológico (de defesa do organismo) debilitado, como transplantados e pacientes com câncer, ou mediante o uso de medicamentos para diminuir a febre.

Estudos associaram a infecção grave pelo coronavírus ao uso de ibuprofeno. Esta associação ainda é preliminar e carece de comprovação científica, porém, neste momento, recomenda-se o uso de outros analgésicos e antitérmicos.

Plano de Vacinação

CoronaVac e sim, ela é gratuita pois a mesma faz parte do PNI (Programa Nacional de Imunização).

Laboratório Sinovac. Desenvolvida e testada pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês.

A CoronaVac especificamente utiliza um vírus inativo. Na prática, o laboratório pega o SARS-CoV-2 e infecta uma célula produzida em laboratório – chamada de “Vero”. Na sequência, com a replicação do patógeno, pega o coronavírus e o deixa inativo (SARS-CoV-2-cepa CZ02). Por meio de fragmentos dele, é feita a vacina. Quando introduzida no organismo do indivíduo, a partícula não terá a capacidade de gerar efeitos negativos na pessoa. No entanto, será suficiente para que o sistema imunológico faça seu trabalho de reconhecer aquele “corpo estranho” e – por si próprio – criar as defesas necessárias para combatê-lo.

Sim. É importante cumprir com o calendário vacinal completo.

Não. O tempo médio para a realização de outra vacina é de até 30 dias após a realização da vacina CoronaVac.

Não é recomendado pelo Órgão regulador ANVISA e Ministério da Saúde que seja vacinado com estes sintomas principalmente com febre.

Não é recomendado pelo Órgão regulador ANVISA e Ministério da Saúde que seja vacinado com estes sintomas.

Duas doses com intervalo de 2 semanas.

Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata. A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose.

Sim. A vacina pode oferecer uma imunidade mais duradoura e trazer mais benefícios em relação à nossa imunidade natural.

Segundo o plano de imunização do governo, todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação.

Não. A sequência genética humana não é afetada pela técnica do RNA, que é nova e vem sendo usada em vacinas em testes pelo mundo, com bons resultados. Duas vacinas usam essa técnica: a da Moderna e a da Pfizer/BioNTech.

A taxa de eficácia representa a proporção de redução de casos entre o grupo vacinado comparado com o grupo não vacinado.

O índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O percentual está acima do mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Anvisa: 50%.

A eficácia é mais alta para casos leves, graves e moderados. A eficácia para casos leves é de 78%. E para casos graves e moderados, de 100%.

Não há estudos prospectivos para esta afirmação, portanto, não se orienta a mistura de vacinas contra a Covid-19. Ideal que cada pessoa ao ser imunizada por uma vacina X que a utilize até completar o esquema vacinal e sem a necessidade de fazer doses de outras vacinas.

Ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.

A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.

Recomendação da OMS e fabricante – Pessoas com histórico significativo de reações alérgicas, à algum alimento, à medicamentos ou à outras vacinas também não deverão receber as vacinas contra a Covid-19 disponíveis até o momento, além de gestantes e menores de 18 anos.

Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar.

Sim. Na prática, as vacinas no Brasil já são obrigatórias.

Ainda não é possível saber quanto tempo durará a proteção gerada pelas vacinas.

Pode gerar dor, vermelhidão e edema no local da aplicação, além de eventos adversos leves, como febre baixa, fadiga e cefaleia.

Não, pois as vacinas, no momento, não serão comercializadas em clínicas particulares, serão disponibilizadas pelo governo conforme calendário disponibilizado para cada Estado, conforme o PNI (Plano Nacional de Imunização).

Não. A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende que precauções contra a transmissão da Covid-19 sejam mantidas mesmo por quem já estiver vacinado. A vacinação não vai conseguir interferir na circulação do vírus. Por isso, mesmo que você seja vacinado, terá que manter cuidados, evitar aglomerações, usar máscara etc para não transmitir o vírus a quem não foi vacinado. Ou seja, não será seguro frequentar esses eventos.

Eventualmente, muito raro, mas pode acontecer, sua imunidade pode não reconhecer. Os anticorpos podem não estar presentes, mas você mantém a imunidade celular de memória. Dois tipos de imunidade, celular e humoral. O que se quer com a vacina é desenvolver.

Sim os protocolos indicam o uso da vacina para todas essas co-morbidades a não ser que seu médico assistente contra indique

Sim, esta vacina como todas as vacinas injetáveis, devem ser administradas com precaução em indivíduos com trombocitopenia ou coagulopatias, uma vez que podem ocorrer hemorragias após a aplicação IM nestes pacientes. Colocar gelo local por 5 minutos após a aplicação.

Sobre o Combate ao Coronavírus

O Combate ao Coronavírus é um projeto da Carelink, elaborado com conteúdos originais e relevantes para ajudar as pessoas a passarem por este momento de forma mais segura e saudável. 

Todo o conteúdo foi pensado com linguagem fácil e intuitiva e projetado para ser compartilhado em diversas redes sociais, para que os usuários possam publicar em suas redes e divulgar informações corretas, importantes e úteis, nos ajudando no combate ao vírus.

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Referências

Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) | CDC. (Março de 2020). Fonte: Centers for Disease Control and Prevention: https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/index.html

Coronavírus: o que você precisa saber e como prevenir o contágio. (Março de 2020). Fonte: Ministério da Saúde: https://coronavirus.saude.gov.br/

Coronavírus: Perguntas e Respostas – Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). (Março de 2020). Fonte: Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz: https://portal.fiocruz.br/coronavirus-perguntas-e-respostas

Q&A on coronaviruses (COVID-19). (Março de 2020). Fonte: World Health Organization (Organização Mundial de Saúde): https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-coronaviruses

van Doremalen, N., Bushmaker, T., & Morris, D. H. (17 de Março de 2020). Aerosol and Surface Stability of SARS-CoV-2 as Compared with SARS-CoV-1. Fonte: The New England Journal of Medicine: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMc2004973?query=featured_home

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